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Bancada do Maranhão disputa comando do Incra, Funasa, Codevasf e SFA

Governo Bolsonaro negocia, até o momento, 15 cargos federais em troca de apoio pela aprovação da reforma da Previdência e outras matérias.
YURI ALMEIDA
Na mesa de negociação posta pelo governo de Jair Bolsonaro (PSL) à bancada do Maranhão, até o momento, há pelo menos 15 cargos federais disponíveis, estratégicos para os dois lados.

As indicações de nomes para ocupação das vagas foi proposta no mês passado aos líderes e representantes partidários pelo ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, em reunião com a presença do presidente da República, em troca de apoio dos parlamentares pela reforma da Previdência e outras matérias de interesse do Palácio do Planalto.

Segundo apurou o ATUAL7, se não houver mudanças até a próxima segunda-feira 11, quando a relação será confirmada, estão disponíveis aos deputados federais e senadores maranhense os comandos regionais da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab); Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra); Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit); Fundação Nacional da Saúde (Funasa); Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf); Administração das Hidrovias do Nordeste (Ahinor); Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SFA); Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI); Núcleo Estadual do Ministério da Saúde (NEMS); Geap; Agência Nacional de Mineração (ANP); e Caixa Econômica Federal (CEF). Também a Gerência Executiva de Habitação (Gehab) e a Gerência Executivo do Governo (Gigov) da CEF.

Destes cargos ofertados, o controle de quatro estão entre os mais disputados pela bancada federal do Maranhão: Incra, Funasa, Codevasf e SFA.

Coordenada pelo deputado federal Hildo Rocha (MDB-MA), como mostrou o ATUAL7, a reunião para definição dos apadrinhados está marcada para a próxima semana. Alguns deputados federais e senadores não deverão participar, por o partido fazer oposição a Bolsonaro, para não se comprometerem com votações no Congresso ou por simples submissão ao governador Flávio Dino (PCdoB).

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