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Hacker confessa invasão a celular do ministro Sérgio Moro

Walter Neto, suspeito de ataque cibernético Foto: Reprodução
Walter Delgatti confirmou responsabilidade em invasão a celulares de ministro e membros do Ministério Público Federal.
Walter Delgatti Neto, considerado o líder do grupo preso ontem, confirmou à Polícia Federal ter sido responsável pela invasão dos celulares de Sergio Moro, Deltan Dallagnol e outras centenas de autoridades dos três poderes.

Delgatti está colaborando com as investigações.

Ele permitiu que a PF tivesse acesso a todos os seus arquivos armazenados em nuvem e confirmou aos investigadores que o material divulgado pelo Intercept é fruto do ataque cibernético.

Segundo Delgatti, houve casos apenas de invasões a celulares, outros de roubo de dados e ainda de sequestro da linha para simular conversas com terceiros.

Concluio

O juiz Vallisney de Oliveira, da 10ª Vara da Justiça Federal, em Brasília, afirmou que há “fortes indícios” de que os quatro presos em operação da Polícia Federal na terça-feira (23) se uniram para violar sigilo telefônico de autoridades.

A avaliação do juiz consta na decisão que autorizou as prisões. Os quatro detidos são suspeitos de ter invadido celular do ministro da Justiça, Sérgio Moro.

De acordo com o juiz, eles também são investigados por terem invadido os celulares do desembargador Abel Gomes (TRF-2), do juiz federal Flávio Lucas (18ª Vara Federal do Rio de Janeiro), e dos delegados da Polícia Federal Rafael Fernandes (São Paulo) e Flávio Reis (Campinas).

Vallisney afirmou que a PF apresentou um “histórico de possíveis crimes praticados em conjunto pelos quatro” suspeitos.

“Há fortes indícios de que os investigados integram organização criminosa para a prática de crimes e se uniram para violar o sigilo telefônico de diversas autoridades públicas brasileiras via invasão do aplicativo Telegram”, afirmou o juiz na decisão.

Com informações de O Antagonista Globo.com

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