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URGENTE! Administrador da Feira da Cohab acaba de ser executado

Disputa por espaço pode ter motivado execução de feirante na Cohab.
No local, feirantes afirmam que a disputa por espaço teria motivado o crime.
O servidor da Secretaria Municipal de Agricultura, Pesca e Abastecimento (Semapa) Dimas Garcia de Araújo, de 36 anos, administrador da Feira da Cohab, foi morto a tiros na manhã desta quinta-feira (17), por volta das 8h30.

Segundo a polícia, a vítima foi morta por um feirante conhecido como Nilson. A motivação seria a disputa por ponto comercial na feira.

Ainda de acordo com informações policiais, Dimas e o acusado discutiram ontem (16) pelo box da feira. E nesta quinta-feira, Nilson se aproximou da vítima e efetuou 5 disparos contra o administrador, que foi alvejado por 3 tiros. Ele não resistiu aos ferimentos e faleceu no local.

Até o momento, o assassino não foi encontrado.

Uma equipe da Polícia Militar já está no local para apurar o caso. Agentes da Superintendência de Homicídios, do IML e ICRIM se deslocaram para a feira.

Pai de um recém-nascido

Dimas Araújo havia acabado de ser pai de um bebê que nasceu no dia 25 de setembro. Ele também era pai de uma menina. 


Ele era graduado em Matemática pelo Instituto Federal do Maranhão (IFMA) e casado com Mayane Dias. 

TRAGÉDIA ANUNCIADA

“Não tínhamos dúvida que isso poderia acontecer, não apenas aqui na feira da Cohab, mas em outras que também deverão ser reformadas pela Prefeitura de São Luís, como João Paulo e São Francisco. O poder público quer usar a força repressora e tomar as decisões sem nos ouvir, que somos os maiores interessados, aí deu no que deu, um pai de família e trabalhador morto “, disse um feirante que pediu para não ser identificado.

A situação nas feiras e mercados de São Luís tem sido muito debatida na Câmara de São Luís. Vários vereadores, entre eles, Marcial Lima, César Bombeiro e Honorato Fernandes cobram exatamente a falta de diálogo do poder público com os feirantes. Na semana passada, uma audiência pública ocorreu na Cohab para debater a situação dos feirantes.
Os parlamentares, que estão tentando servir de interlocutor com o poder público, reclamam exatamente da falta de diálogo entre as partes envolvidas no processo.

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